
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Oi Futuro

Sobre a segunda performance
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Sketchup Grupo Final
Tangible Media (MIT)


sábado, 30 de outubro de 2010
MIT Media Lab

Com o lema que diz " o futuro é vivido e não imaginado", o Media Lab faz parte do departamento de pesquisa da escola de arquitetura e Urbanismo da MIT (Massachusetts Institute of Technology). Partindo do princípio em que vivemos num mundo onde a tecnologia está crescendo em uma forma bastante radical, o media lab desenvolve tecnologia para as pessoas criarem um mundo melhor.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
sábado, 2 de outubro de 2010
Escolha do Grupo: Janet Cardiff
Para a observação em grupo das obras do Inhotim escolhemos os trabalhos de Janert Cardiff, em especial sua obra em conjunto com George Bures Miller, The Murder of Crowns (o assassinato dos corvos). Na obra Janet retrata um pesadelo por meio de ruídos que saem de 98 caixas de som espalhados por todo o galpão. O que difere o trabalho da artista de uma reprodução acústica normal é o fato de cada caixa emitir um som em um determinado instante, dando noção de espacialidade a quem está escutando. Chegamos em um galpão que, além das caixas, possui cadeiras de madeira localizadas no seu centro e somos convidados a nos sentar e apreciar a narrativa. À medida que escutamos os sons nos conectamos com a história de modo que podemos criar em nossas mentes o cheiro e o local que Janet descreve. O extraordinário dessa obra é que cada um tem sua própria experimentação do pesadelo de Janet: cada pessoa recebe os sons de maneira única, por estarem sentados em cadeiras diferentes e perceberem os sons diferentemente. Sendo assim, a narrativa nunca se repete.domingo, 19 de setembro de 2010
FAD - Festival de Arte Digital


domingo, 12 de setembro de 2010
Teoria da Deriva
A deriva é um dos procedimentos para estudar as ações do ambiente urbano nas condições psíquicas e emocionais das pessoas. Partindo de um lugar qualquer e comum à pessoa ou grupo que se lança à deriva deve rumar deixando que o meio urbano crie seus próprios caminhos. É pensar por que motivo dobramos à direita e não seguimos retos, por que paramos em tal praça e não em outra, quais as condições que nos levaram a descansar na margem esquerda e não na direita... Em fim, pensar que determinadas zonas psíquicas nos conduzem e nos trazem sentimentos agradáveis ou não.
Apesar de ser inúmeros os procedimentos de deriva, ela tem um fim único, transformar o urbanismo, a arquitetura e a cidade. Construir um espaço onde todos serão agentes construtores e a cidade será um total.
Essas idéias, formuladas pela Internacional Situacionista entre as décadas de 1950 e 1970, levam em conta que o meio urbano em que vivemos é um potencializador da situação de exploração vivida. Sendo assim torna-se necessário inverter esta perspectiva, tornando a cidade um espaço para a libertação do ser humano.
Flâneur - Vendo a cidade com outros olhos
O flâneur é a figura que caminha tranqüilamente pelas ruas, observando cada detalhe, sem ser notado, sem se inserir na paisagem.

sábado, 11 de setembro de 2010
Flash Mob - Ocupação instantânea

Le Parkour - Deslocamento harmônico
O Parkour nasceu na França com os jovens Sébastien Foucan e David Belle. Consiste em ir de um ponto a outro atravessando obstáculos da maneira mais rápida e eficiente possível, gastando o mínimo de esforço. Os movimentos devem ser harmônicos, de forma que os obstáculos sejam quase como parte do seu próprio corpo.
Originada de treinamentos de guerra ( por parte de David Belle) e de brincadeiras infantis ( da infância de Sébastien), a prática do Parkour se difundiu a partir da década de 90 e desde então tem se tornado popular entre os jovens de todo o mundo. Não é considerado um esporte, uma vez que não há com quem competir, a não ser seu próprio corpo. Seus praticantes o definem como uma disciplina de vida, uma maneira de controlar a mente e os movimentos do corpo.

Jump London é um documentário feito em 2003 que mostra a experiência de jovens franceses (entre eles Foucan, um dos fundadores do Parkour) nos telhados de uma cidade até então inusitada: Londres.
Will Asop, um arquiteto londrino, quando questionado no documentário sobre o Parkour nos edifícios históricos da cidade, diz: O que mais gosto nisso tudo é a corrosão do uso original dos prédios. Eles foram originados para exercer certo trabalho e o telhado nunca antes foi visto como elemento funcional.
Aqui está parte do documentário, onde podemos ver opiniões de arquitetos sobre a apropriação do espaço que construíram de uma maneira que nunca haviam imaginado:
http://www.youtube.com/watch?v=tWJiMJ5Wn2g&feature=related
E aqui, finalmente, o espetáculo nos prédios londrinos, em 16 de junho de 2003:
http://www.youtube.com/watch?v=aXjm62qlyLE&feature=related
Com a difusão do Parkour também foram criadas novas maneiras de apropriação. Aqui está uma forma alternativa da prática, filmada para a campanha publicitária de uma bebida energética, onde jovens usam de escadas para escalar prédios, mas não da maneira que todos conhecemos.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Apropriação do Espaço
A partir dos sons que Amanda consegue fazer, entramos em um transe e deixamos de lado o motivo inicial da escada para incorporar uma competição nas alturas entre os que transitam no dia a dia.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Refazendo, reestruturando.


quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Primeiro Retrato

Quando tive o primeiro contato com a Amanda, achei que ela seria uma pessoa tímida e de poucas palavras. Depois de alguns minutos de observação, porém, a menina introvertida dá espaço à uma Atleticana fanática, extrovertida e engraçada.









