A partir dos sons que Amanda consegue fazer, entramos em um transe e deixamos de lado o motivo inicial da escada para incorporar uma competição nas alturas entre os que transitam no dia a dia.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Apropriação do Espaço
A nossa performance se passou em uma escada a céu aberto nos fundos da escola, longe dos corredores agitados e das salas de aula. Ela nos atraiu por seu tamanho, cor, simplicidade e localização. A utilizamos de modo que permitisse novos movimentos aos nossos corpos: subir por lugares diferentes, andar de costas, saltar. Exploramos também ao máximo sua sonoridade, com ruídos que vão desde o agudo do salto alto batendo contra seus degraus até o som grave obtido de restos de telhas que estavam escondidas na parte de baixo dela.
A partir dos sons que Amanda consegue fazer, entramos em um transe e deixamos de lado o motivo inicial da escada para incorporar uma competição nas alturas entre os que transitam no dia a dia.
A partir dos sons que Amanda consegue fazer, entramos em um transe e deixamos de lado o motivo inicial da escada para incorporar uma competição nas alturas entre os que transitam no dia a dia.
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